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Norah Jones!!!!

Jones

Norah Jones

Para quem gosta de Norah Jones e quer ouvir em primeira mão o cd que será lançado no Brasil em 17 de novembro…o caminho das pedras é linckar aqui. A NPR é uma rádio pública de Nova York e disponibilizou inteirinho o cd de Jones,”The fall”. Vai lá!!!!

Descoberta literária!!!!!!

3bdb5a0a-3332-40aa-8ccc-d28140ea9ff4Dia desses estava a procurar alguma leitura para aliviar minha mente de tantas leituras, conceitos, definições… Eu não sou a única pessoa no mundo que alivia a cabeça com leitura, pois bem. Na Bamboletras, fui (super) bem atendida e ganhei um presente… a indicação de ler Sándor Márai. Quem??? É, confesso que fiquei meio assim de levar um livro de um autor que nunca tinha ouvido falar antes. Tudo bem que não se sabe tudo na vida, mas me considero uma “sujeita” razoavelmente situada quando o tema é literatura, autores e tals.
Pois bem, não sei se a empolgação da vendedora (que não era só para vender o livro!), o risco do desconhecido, o título “As brasas” ou tudo isso junto me fizeram levar o livro pra casa. Como diz minha filha: M-A-R-A!!!!
A intenção era que a leitura se arrastasse pelo menos até o início de novembro, no entanto, o texto é tão bom que em uma semana tava tudo lido e saboreado. Isso que só lia nas horas vagas, nos intervalos das leituras “sérias” que faço para meu projeto de tese. Então, se você está aí procurando uma boa leitura que mistura reconstituição de época, reflexão sobre esse estranho sujeito que é o homem, suas alegrias e angústias vai lá… corre para ler As brasas de Sándor Márai. Ah! Tem mais uma peculiaridade, esse autor é austríaco, nascido em 1900 e deu cabo da vida com um tiro em 1989, em San Diego onde se fixou depois de ter passado pela Itália, Suiça e França. Já me informei que os críticos consideram que seu melhor livro é o romance “De verdade”, que claro… Já está na minha lista de desejos.

Paris, o filme!!!

Já que o papo é França, estudar francês… Uma boa pedida é ver o filme Paris. Um filme de Cédric Klapisch. Não chega a ser um filme excepcional, mas diverte e até nos faz refletir em algum momento sobre o valor do cotidiano e das coisas simples, dos pequenos gestos e, se só somos capazes de admirar o trivial que nos rodeia se estamos condenados à morte. O filme resulta em várias histórias que se cruzam ou não na imensa, bela e ao mesmo tempo feia, Paris. Esse cotidiano é observado pelo jovem Pierre, bailarino que descobre ter um problema grave no coração e  somente um transplante pode lhe devolver a vida. Enquanto espera a cirurgia seu estado de espírito vai se modificando. Não é um filme triste, como pode se supor, mas sim, cheio de vida….  Veja o trailler:

Estudar francês online!!!

EiffelTenho estudado francês desde o ano passado. Vou tentar uma bolsa de estágio de doutorado na Université Paris III. Pois bem, no início tive alguma dificuldade de exercitar o idioma fora da aula. Não há tanta oferta grátis de filmes, músicas e afins na língua de Proust. Pensando em outras pessoas que também tem interesse na língua e está distante de bons cursos aí vai alguns sites onde é possível ler, ouvir, ver documentários e até fazer exercícios:  No site da Rádio France tem textos, exercícios de escuta e compreensão oral. No canal 5  o site  disponibiliza documentários, que por algum tempo, podem ser visualizados gratuitamente. Mais,  aqui é possível ler textos sobre a atualidade e é útil para quem vai fazer uma prova de proficiência. Voilà!!!!!!

A natureza e o homem como fatores de destruição!!!

imgExpAmpliacaoRobertPolidori6Teve início na sexta-feira, 09 de dezembro, uma exposição de 39 fotografias de Roberto Polidori no Museu da Casa Brasileira (MCB), em São Paulo. Robert Polidori é um fotografo canadense que expõe no Brasil seus principais ensaios fotográficos realizados desde os anos 80. As séries sobre Havana e Beirute; as cidades de Pripyat e Chernobyl, quinze anos após o acidente nuclear ocorrido em 1986; e Nova Orleans devastada pelo furacão Katrina, em 2006. As lentes de Polidori criam um comentário ácido sobre as conseqüências de diferentes políticas internacionais e trata de grandes desastres naturais ou sociais que marcam a história contemporânea, registra a ação do tempo sobre as coisas, e o impulso humano de construção e destruição. Robert Polidori nos mostra nestas 39 fotografias expostas como o mundo destroçado pode ser belo, sem, no entanto, deixar de causar um profundo mal-estar. Os mesmos detalhes que criam imagens de uma beleza estonteante, mas que em nenhum momento é apaziguadora, registram em nossa memória o porquê dessas diferentes tragédias. 

Lares destruídos

Lares destruídosRoberto Polidori expõe as mazelas do mundo

Paul Auster de bolso!

Paul Auster, escritor americano, conhecido por livros como A invenção da solidão; A Trilogia de Nova York; O livro das ilusões e outros, tem agora versão de bolso do seu Caderno Vermelho. São pequenas histórias do mundo “real” que revelam o imprevisível e o mutável da experiência humana. É uma ótima pedida, pode-se lê-lo de uma só vez… ou como fiz… economizando cada página, contendo o impulso e saboreando-o gota-a-gota!!! Aliás,  o preço também é convidativo: R$ 16,00. Editora Companhia das Letras – companhia de Bolso.

Edição de bolso O caderno Vermelho

Edição de bolso O caderno Vermelho

Uma animação russa!!!!

Lavatory – Lovestory é uma animação do diretor Konstantin Bronzit e concorreu ao Oscar 2009 de melhor animação. Divirta-se!!!!


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