Quem é do Maranhão ou já foi por lá, sabe do que estou falando.
Jesus é um guaraná cor de rosa, com sabor adocicado e que lembra vagamente cravo e canela. Segundo reza a lenda o refrigerante leva 17 ingredientes, entre eles as especiarias vindas do oriente.
O guaraná Jesus foi criado em 1920 pelo farmacêutico Jesus Norberto, em São Luís, Maranhão. O refrigerante foi criado, ainda segundo a lenda, acidentalmente quando Jesus tentou sintetizar o remédio que estava em voga no momento com uma máquina de gaseificação importada.
Além do cravo e da canela o refrigerante leva também extrato de guaraná e outros segredos de fabricação. Devido a popularidade da bebida na região a Coca-Cola comprou a marca e segue produzindo e comercializando o Guaraná Jesus no Maranhão, único lugar onde se pode provar essa bebida.
Ah! E como pode se perceber o nome do guaraná nada tem de religioso, mas simplesmente leva o nome do seu criador acidental. Mas um detalhe no Maranhão é comum encontrar pessoas cujo nome é Jesus!!!




no 
Dia desses estava a procurar alguma leitura para aliviar minha mente de tantas leituras, conceitos, definições… Eu não sou a única pessoa no mundo que alivia a cabeça com leitura, pois bem. Na Bamboletras, fui (super) bem atendida e ganhei um presente… a indicação de ler Sándor Márai. Quem??? É, confesso que fiquei meio assim de levar um livro de um autor que nunca tinha ouvido falar antes. Tudo bem que não se sabe tudo na vida, mas me considero uma “sujeita” razoavelmente situada quando o tema é literatura, autores e tals.
Tenho estudado francês desde o ano passado. Vou tentar uma bolsa de estágio de doutorado na Université Paris III. Pois bem, no início tive alguma dificuldade de exercitar o idioma fora da aula. Não há tanta oferta grátis de filmes, músicas e afins na língua de Proust. Pensando em outras pessoas que também tem interesse na língua e está distante de bons cursos aí vai alguns sites onde é possível ler, ouvir, ver documentários e até fazer exercícios: No site da
Teve início na sexta-feira, 09 de dezembro, uma exposição de 39 fotografias de Roberto Polidori no Museu da Casa Brasileira (MCB), em São Paulo. Robert Polidori é um fotografo canadense que expõe no Brasil seus principais ensaios fotográficos realizados desde os anos 80. As séries sobre Havana e Beirute; as cidades de Pripyat e Chernobyl, quinze anos após o acidente nuclear ocorrido em 1986; e Nova Orleans devastada pelo furacão Katrina, em 2006. As lentes de Polidori criam um comentário ácido sobre as conseqüências de diferentes políticas internacionais e trata de grandes desastres naturais ou sociais que marcam a história contemporânea, registra a ação do tempo sobre as coisas, e o impulso humano de construção e destruição. Robert Polidori nos mostra nestas 39 fotografias expostas como o mundo destroçado pode ser belo, sem, no entanto, deixar de causar um profundo mal-estar. Os mesmos detalhes que criam imagens de uma beleza estonteante, mas que em nenhum momento é apaziguadora, registram em nossa memória o porquê dessas diferentes tragédias. 

